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ESMEG

Escola Superior da Magistratura do Estado de Goiás

Desembargador Romeu Pires de Campos Barros

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Sobre a ESMEG

esmeg

A Escola Superior da Magistratura do Estado de Goiás (ESMEG) foi criada em 5 de dezembro de 1986, através da Resolução 01/86, em reunião da Diretoria e Conselho Deliberativo da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego). O expediente foi assinado pelo juiz Caio Júlio de Bastos, então presidente da Asmego, e pelo desembargador Byron Seabra Guimarães, à época presidente do Conselho Deliberativo.

Ainda em dezembro de 1986, reuniu-se a diretoria do Conselho Deliberativo da Asmego. Os magistrados votaram a proposta do Regimento Interno da escola. Participou nessa reunião o desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJRS) Cristóvam Dayello. Em sua segunda viagem a Goiânia, o jurista veio à capital para criar a ESMEG, inspirada na Escola Superior da Magistratura gaúcha.

A instalação efetiva da ESMEG ocorreu em 11 de agosto de 1990. Nesse primeiro momento, a escola foi dirigida pelo então presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Messias de Souza Costa, e pelo presidente da Asmego, desembargador Homero Sabino de Freitas.

MISSÃO

Preparar, formar e capacitar magistrados e servidores para a entrega qualificada da prestação jurisdicional, dentro dos princípios de uma jurisdição célere, humanística, justa, segura e efetiva.

VISÃO

Desenvolver com excelência a formação, aperfeiçoamento contínuo e científico e o fomento a pesquisa dos magistrados do TJGO e servidores das áreas afins à atividade judicante.

VALORES

Ética, moral, cultura, respeito, comprometimento, amor e dedicação ao estudo e ao trabalho.

OBJETIVOS

Promover a atualização constante dos magistrados; aproximar ainda mais o Poder Judiciário da realidade do cidadão; garantir que os magistrados estejam em permanente formação acadêmica e humanística; buscar práticas de gestão que permitam a socialização de experiências e de problemas vivenciados pelos magistrados.

Instalações

As primeiras instalações da ESMEG funcionaram na Rua T-30, no Setor Bueno, em Goiânia, onde se encontra o Juizado de Infância e Juventude. Seu primeiro diretor foi o desembargador Romeu Pires de Campos Barros. Assessoraram Romeu Pires o magistrado Byron Seabra Guimarães e o professor e juiz José Soares de Castro, o Zuza.

Em 27 de setembro de 1991, por ato do então presidente do TJGO, desembargador Fenelon Teodoro Reis, a escola foi transferida para o 12º andar do edifício do Fórum de Goiânia.

Nomenclatura

No dia 3 de outubro de 1991, através do ofício 947/91, firmado por Fenelon Teodoro Reis, foi apresentada proposta de homenagem ao desembargador Romeu Pires de Campos Barros, dando o seu nome à escola. À unanimidade de votos, aprovou-se a proposta. A instituição passou a se chamar Escola Superior da Magistratura Desembargador Romeu Pires de Campos Barros. O magistrado foi um dos incentivadores da entidade.

À época, a ESMEG era presidida por Byron Seabra Guimarães e José Soares de Castro. Os magistrados cuidaram das novas instalações, mobiliário e biblioteca.

Ex-presidentes

Na presidência do desembargador Mauro Campos, no TJGO, José Soares de Castro foi nomeado para a direção da ESMEG. O mandato de Zuza, como era conhecido, finalizou em janeiro de 1995. Reconduzido na gestão posterior, Zuza faleceu em 1996, para tristeza da magistratura goiana.

Assumiu a direção da ESMEG o então vice-diretor, desembargador Castro Filho, para mandato até janeiro de 1997. Nessa época, a vice-presidência da escola foi ocupada pelo desembargador Jamil Pereira de Macedo.

Na gestão do desembargador Lafaiete da Silveira, no TJGO, e de Homero Sabino, na Asmego, Castro Filho foi nomeado para a direção da escola. Como diretor financeiro, assumiu o desembargador Arivaldo da Silva Chaves. Essa diretoria presidiu a ESMEG entre 1997 e 1999. Os magistrados foram reconduzidos na gestão do desembargador Joaquim Henrique de Sá, no TJGO, e Homero Sabino, na Asmego, para o biênio 1999-2001.

Em fevereiro de 2000, formou-se nova diretoria da ESMEG. A executiva da escola era composta, também, pelo diretor financeiro, desembargador Paulo Maria Teles. Na presidência da Asmego, assumiu Jamil Pereira de Macedo.

Nomeado para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), com posse em dezembro de 2000, o agora ministro Castro Filho prossegue na direção da ESMEG até janeiro de 2001. Castro Filho lecionou na instituição por seis anos consecutivos.

Em fevereiro de 2001, toma posse para o biênio 2001-2003 a nova diretoria, composta do diretor-presidente, desembargador João Canedo Machado; vice-diretor, desembargador Elcy Santos de Melo; e diretor financeiro Paulo Maria Teles. Os magistrados foram reconduzidos para os biênios 2003-2005, 2005-2007 e 2007-2009.

Na gestão do desembargador Paulo Teles no TJGO, o também desembargador Amaral Wilson de Oliveira atuou como diretor da ESMEG entre 2009 e 2011. Amaral Wilson teve em sua equipe, como vice-diretor, o desembargador aposentado João Canedo Machado; e como diretor financeiro, o desembargador Zacarias Neves Coelho.

Após a gestão de Amaral Wilson, o então juiz substituto em segundo grau José Carlos de Oliveira foi empossado pelo presidente do TJGO à época, desembargador Vítor Lenza, para a diretoria da ESMEG no biênio 2011/2013. João Canedo Machado, na função de vice-diretor, e o juiz substituto em segundo grau Roberto Horácio de Rezende, como diretor financeiro, completaram o primeiro escalão da entidade.

Empossada no dia 19 de fevereiro de 2013 pelo presidente do TJGO, desembargador Ney Teles de Paula, a juíza Maria Socorro de Sousa Afonso da Silva dirigiu a ESMEG até março de 2015. Nesse período, teve como vice-diretor o juiz Adegmar José Ferreira e, como coordenador Administrativo e Financeiro, Roberto Horácio de Rezende.

Em 10 de março de 2015 assumiu a diretoria da ESMEG o desembargador Carlos Alberto França, tendo, o magistrado, ao seu lado, como vice-diretor o juiz Jeronymo Pedro Villas Boas e, como diretor/coordenador Financeiro, o juiz Roberto Horácio de Rezende.

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